Perguntas Frequentes

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns sobre nossos produtos, prazos e formas de compra. Não achou o que procurava? Fale com a gente.

Tema 1

Eletrodos impressos (SPE)

Quantos eletrodos integrados tem cada eletrodo impresso?
Três, em um único cartão descartável: o eletrodo de trabalho (carbono), o contraeletrodo e a pseudo-referência de prata. É o sistema eletroquímico completo em um só dispositivo.
Quantas unidades vêm em cada caixa?
Cada caixa contém 100 eletrodos impressos.
De quanta amostra preciso por medida?
De 70 a 80 µL — uma gota. Isso economiza reagentes e viabiliza ensaios com amostras de disponibilidade limitada.
Que técnicas eletroquímicas posso usar?
As principais técnicas voltamétricas e amperométricas: voltametria cíclica, de pulso diferencial, de onda quadrada, entre outras. Basta conectar o eletrodo ao seu potenciostato.
Posso modificar a superfície do eletrodo?
Sim — é justamente para isso que muitos grupos o utilizam. O eletrodo de trabalho serve de plataforma para funcionalização com nanomateriais, mediadores redox, enzimas e anticorpos.
"Screen-printed electrode" é a mesma coisa?
Sim. É o termo em inglês para eletrodo impresso — o mesmo produto, fabricado por serigrafia (screen-printing). Boa parte da literatura científica usa a forma em inglês.
Ver a página de eletrodos impressos →
Tema 2

Tintas condutivas

Qual a diferença entre a tinta de carbono e a de prata?
A prata conduz muito melhor (resistividade < 0,05 Ω/sq) e é usada em trilhas, contatos e pseudo-referência. O carbono tem resistência maior, mas apresenta o comportamento eletroquímico adequado ao eletrodo de trabalho — e custa bem menos. Num eletrodo impresso, as duas trabalham juntas.
Qual a diferença entre a Tinta de Carbono e a Pasta CarboInk®?
É a mesma base condutiva (grafite + carbon black) em embalagens diferentes: a Tinta vem em frasco de 30 g, ideal para bancada; a Pasta CarboInk® (PCS-01) vem em lata de 100 g, para produção em escala.
As tintas servem para serigrafia?
Sim, foram formuladas para deposição por serigrafia (screen-printing) — a técnica padrão de fabricação de eletrodos impressos. Também podem ser aplicadas por estêncil ou manualmente em prototipagem.
Como armazenar e preparar as tintas?
Em local seco e ventilado, entre 15 e 25 °C, com o frasco bem fechado para evitar evaporação do solvente. Homogeneíze antes de usar — no caso da prata, de preferência com vórtex e sem ultrassom, para não alterar a morfologia das partículas.
As tintas são inflamáveis? Preciso de EPI?
Sim, contêm solventes inflamáveis. Mantenha-as longe de calor e faíscas, use em ambiente ventilado e utilize EPIs, evitando contato com pele e olhos. A ficha de segurança (FISPQ) está disponível sob solicitação.
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Tema 3

Acessórios eletroquímicos

A caixa conectora serve para qualquer eletrodo impresso?
Ela é padronizada para os eletrodos impressos desenvolvidos pela ADB. O encaixe foi projetado para o formato dos nossos sensores, o que garante contato estável e medições reprodutíveis.
Como o cabo se conecta ao potenciostato?
Por três pinos banana de 4 mm — trabalho (WE), contra (CE) e referência (RE) —, compatíveis com a maioria dos potenciostatos e galvanostatos. Na outra ponta há o conector do eletrodo.
Dá para personalizar o cabo?
Sim: número de vias (2 a 5), tipo de conector (edge card, clipe jacaré, jumper, macho/fêmea), comprimento sob medida (padrão 45 cm, até 1 m) e até a marca do seu laboratório no cabo.
Preciso comprar a caixa e o cabo juntos?
Não necessariamente — depende do seu equipamento e do seu fluxo de trabalho. A caixa facilita o encaixe direto do eletrodo; o cabo faz a ligação por pinos banana. Entre em contato que orientamos a melhor combinação.
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Tema 4

Compra, entrega e suporte

Vocês vendem para grupos de pesquisa e emitem nota fiscal?
Sim. Atendemos grupos de pesquisa, universidades e empresas em todo o Brasil, com nota fiscal. Entre em contato para receber uma proposta comercial e as condições de fornecimento.
Como faço para comprar?
O site não é uma loja virtual: a venda acontece por proposta comercial. Envie sua solicitação pelo formulário de contato, contando qual produto e quantidade você precisa, e retornamos com o orçamento.
Vocês são fabricantes ou revendedores?
Somos fabricantes. Formulamos nossas próprias tintas condutivas e produzimos nossos eletrodos — a tinta que vendemos é a mesma que usamos nos nossos eletrodos. Por isso conseguimos adaptar a formulação ao seu processo e responder a dúvidas técnicas com profundidade.
A ADB tem estoque local?
Sim, mantemos estoque local. Isso significa que, na maioria dos casos, seu pedido não depende de produção sob encomenda nem de importação — o prazo de entrega é confirmado na proposta comercial.
Vocês customizam os materiais conforme a minha aplicação?
Sim. Como formulamos as tintas e fabricamos os eletrodos internamente, conseguimos adaptar o material ao seu processo — seja um ajuste na formulação, no formato do eletrodo ou nas especificações do cabo. Dependendo da complexidade e do volume, pode incidir custo adicional; avaliamos caso a caso. Conte-nos o que você precisa.
Preciso importar? Quanto tempo demora?
Não. Os produtos são fabricados no Brasil, em Araras (SP): sem taxas de importação, sem câmbio e sem espera na alfândega. O prazo é combinado na proposta comercial, conforme o produto e a quantidade.
Vocês dão suporte técnico?
Sim, e em português — falando diretamente com quem desenvolve o produto. Se surgir uma dúvida sobre resposta eletroquímica, aderência a um substrato ou condições de cura, a resposta vem de quem formulou a tinta.
Vocês atendem fora do Brasil?
Entre em contato para avaliarmos o seu caso. Temos interesse em atender pesquisadores da América Latina, e analisamos cada solicitação individualmente.
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